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 Kawano Akane

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AutorMensagem
Kawano Akane
Yukiyama
Yukiyama
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Mensagens : 124
Data de inscrição : 03/10/2018
Idade : 15
Localização : Quarto 320 - Dormitórios da Academia Yukiyama

Ficha do personagem
Raça: Vampiro
Classe: Mago
Nível Nível: 2

MensagemAssunto: Kawano Akane   3/10/2018, 16:43

O PERSONAGEM
Nome: Kawano Akane
Idade: 15
Sexo: Feminino
Ocupação: Estudante do Primeiro Ano
Avatar Utilizado: Jabami Yumeko (Kakegurui)
Aparência: O cabelo negro que contorna o rosto de pele branca e seus olhos intensos são as principais característica de Akane. Seu cabelo é negro bem escuro, longo, muito liso e ela costuma usá-lo com uma franja sob a testa, sempre mantendo-o muito bem cuidado. Seus olhos são castanhos, porém em alguns momentos, dependendo do seu ânimo e estado de espírito, tornam-se vermelhos e brilhantes, sempre emoldurados por longos cílios. Seu nariz é delicado e harmonioso com seu rosto, sua boca tem lábios cheios, sendo que ela muitas vezes usa batom vermelho, o que os destaca ainda mais.  Akane mede 1,77m , possui um corpo longilíneo e mantêm sempre uma postura muito elegante, sua pele é um branco pálido, seus braços, mãos e dedos são longos e suas unhas estão sempre cuidadas e pintadas de vermelho.  Akane movimenta-se com fluidez e leveza, com uma naturalidade e beleza impressionantes. Seu busto é belo, com seios de grande tamanho, sua cintura é fina e seu quadril avantajado. Suas pernas são longas e esguias. Costuma usar vermelho, pois gosta bastante dessa cor, e usa um anel de prata em seu polegar esquerdo.
Personalidade: Akane é uma garota carismática, simpática, educada e sociável, tentando sempre manter uma boa relação com as pessoas ao seu redor. Ela respeita o próximo da mesma forma que ela deseja ser respeitada, logo desde que a respeite ela dará respeito de volta. Ela é bem disposta, bem-humorada e animada, gosta de se divertir, sair com os amigos, praticar esportes, assistir filmes, sendo uma boa companhia para a maioria das atividades. Possui um grande desejo de autonomia e independência, não gostando de ser presa ou limitada por qualquer coisa que seja. Tem uma ambição moderada que em alguns momentos se aflora, principalmente quando envolve algum benefício próprio. É egocêntrica, normalmente focando mais em seus próprios interesses e aspirações. Por essa característica, Akane às vezes pode ferir os sentimentos de alguém, mesmo que aquela não seja sua intenção. Mas não é como se ela não se importasse com os outros, na verdade ela deseja o bem da maioria das pessoas, é só que, em sua visão, ela é mais importante do que o próximo. Em alguns momentos é teimosa, sendo difícil admitir estar errada. Também é orgulhosa, principalmente em relação às suas origens e de sua família. Carrega um lado das trevas de sua natureza vampira, em seu íntimo, podendo ser perigosa e vingativa quando levada pelo seu sangue vampiro. Akane é bem consciente dessa sua natureza, porém sempre tenta controlá-la com os ensinamentos de seu pai. Tem uma postura de encarar o que a vida lhe apresenta, não tendo medo de enfrentar os desafios que aparecem pelo seu caminho, sendo capaz de adaptar-se às mudanças com facilidade. Seus momentos de sensibilidade são poucos, acredita ser importante manter-se firme na maioria das situações. Apesar disso, carrega uma tristeza pelo desaparecimento de sua mãe e, ao mesmo tempo, um sentimento de dualidade com os humanos, tentando vê-los com simpatia, ao mesmo tempo em que tem rancor deles. Possui uma grande afeição pela noite e pela escuridão, sentindo-se muito bem com sua presença. Não gosta de se apegar às pessoas, não sendo um tipo de pessoa aberta para romances. Sua cor predileta é vermelho.
HABILIDADES E ATRIBUTOS:
Raça:  Vampiro
Classe: Mago
Habilidade Inicial: Dominum: Nox 
HP: 16
Ataque: 5
Defesa: 6
Ataque Mágico: 16
Defesa Mágica: 16
Destreza: 12
Biografia: Kawano Akane carrega consigo a nobreza da raça dos vampiros, sobrinha bisneta do Conde Drácula, é filha de dois vampiros, a linhagem de seu pai vem da Transilvânia. Há muitos anos seu pai abandonou as terras frias da Transilvânia e seu lar em busca de prosperidade financeira no Japão, em um mundo onde os vampiros tentavam viver em sociedade com as outras espécies e, principalmente, os humanos. Na terra do sol nascente, adotou o nome de Reishin e com seu empenho, investimento e sabedoria transformou-se em diretor de um importante Plano de Saúde. Foi nessa época, bem estabelecido e próspero, que ele conheceu a mãe de Akane, Kawano Tomoyo, uma vampira japonesa, cuja família tinha grandes fazendas na província de Shikoku, vindas de centenas de anos de história. Reishin e Tomoyo apaixonaram-se e em pouco tempo uniram-se em matrimônio, passando a viver em uma das históricas e grandes fazendas. Estabelecidos na província de Shikoku, a família Kawano dominava o plantio da região e movia a economia, enquanto Reishin cuidava de seus negócios e viajava quando necessário. Antes da Segunda Guerra Mundial, mantinham-se disfarçados entre os humanos como uma família rica, fazendo sua existência mística passar despercebida perante a sociedade. Reishin, em alguns anos, tornou-se Presidente de sua companhia e possuía um lado humanitário forte, mesmo como vampiro, enxergava os humanos com mais simpatia, diferente de seus ancestrais. Após as horríveis barbaridades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, Reishin ficou horrorizado até onde a humanidade podia ir o que para ele poderiam ser níveis catastróficos. Mas, após a formação da WPC, o pai de Akane mobilizou-se pela causa do tratado de paz global e logo deu grande apoio à causa (principalmente apoio financeiro), mas preferiu manter sua família ainda escondida, pois temia movimentos radicais que pudessem colocar alguém em risco. Foi durante a guerra civil que Tomoyo descobriu estar grávida, uma coisa difícil entre os vampiros, e assim meses depois Akane nasceu, um momento muito feliz para a família Kawano e a linhagem de vampiros que não viam novos nascimentos há mais de um século. O pai e mãe de Akane educaram-na com cuidado, mas sem enganá-la da realidade violenta que enfrentavam. Seu pai tentou passar para sua filha sua visão sobre a humanidade e sobre o mundo, apesar da guerra que travavam o que fez muitas vezes a menina ficar confusa quanto a real natureza dos seres humanos.
Foi quando Akane tinha 9 anos que seu pai tornou-se incapaz de esconder que sua família era de vampiros. Reishin estava deixando uma reunião de sua empresa quando foi subitamente atacado por um Lobisomem negro durante a noite em uma região movimentada da cidade mais próxima à fazenda, chamando a atenção de todos os habitantes. Precisando usar seus poderes de vampiro para combatê-lo, Reishin levou a melhor e conseguiu ferir e espantar a fera para as profundezas da noite. O ataque tornou-se um mistério, os lobisomens e vampiros sempre foram inimigos, mas sempre evitaram embates abertos. Após esse episódio, Reishin investigou, mas não foi capaz de desvendar a origem do Licântrope. A cidade, formada por principalmente por apoiadores de Taka Hiromitsu começou a agir com hostilidade para a família Kawano, bloqueando as estradas que levavam os produtos de suas fazendas. Na escola, Akane passou a sofrer bullying de seus colegas e a direção acabou por expulsá-la devido à reclamação de diversos pais. Reishin tentou conter a opinião negativa da população, falando publicamente diversas vezes sobre como sempre viveu e vive em harmonia com os humanos e pretendia continuar dessa forma. Mas os apoiadores de Taka Hiromitsu foram ganhando mais adeptos e em pouco tempo formou-se um grupo para expulsar a família de suas terras. Akane viu de longe quando as plantações começaram a queimar e correu para avisar seus pais. Reishin logo tomou precauções para a evacuação da propriedade, porém o grupo de humanos era muito grande e logo alcançaram a sede da fazenda. Coquetéis molotov foram atirados, a mobília incendiada, a fumaça se erguia escura por todos os lados. Os extremistas invadiram a propriedade, quebrando e queimando tudo o que encontravam.  Em pouco tempo um grande incêndio iniciou-se e Akane viu-se perdida de seus pais. Enquanto corria por um dos corredores, viu-se encurralada por um dos terroristas com uma tocha, e nesse momento pela primeira vez Akane usou seus poderes de vampira contra alguém, paralisando-o e cravando suas duas pequenas presas na jugular daquele homem e bebendo seu sangue até deixá-lo desacordado no chão. Fora a primeira vez que Akane atacou alguém e bebeu sangue direto das veias.  Ela foi até o quarto de seus pais, mas eles não estavam lá, enquanto vasculhava o cômodo em meio à fumaça, Akane encontrou um anel de prata que pertencia à sua mãe. Logo após uma das vigas desabar, Akane agarrou o anel e saiu correndo. Incapaz de encontrar-se com seu pai e sua mãe em meio às chamas e fumaça e temendo pelo desabamento de toda a estrutura da fazenda, Akane pulou através de uma das janelas e escapou, machucando-se pouco. A noite escura havia se tornado um clarão de medo, dor e sofrimento, a fumaça erguia-se e bloqueava a luz da lua, tornando os campos em chamas e a fazenda em uma grande luz maligna que afastava a doce escuridão. Já fora da casa em chamas, após a vampira correr pelos campos, filha e pai se reencontraram por entre a fumaça. Cautelosos, os dois não conseguiram encontrar Tomoyo e foram forçados a fugir após encontrados por humanos armadas que começaram a disparar na direção deles. Foi a noite mais clara e horripilante que Akane já presenciou na vida.  Na manhã seguinte, após as tropas federais e da WPC chegarem e conterem as chamas, além de prenderem os criminosos e líderes do movimento, a mãe de Akane não foi encontrada e, desde então, nunca mais vista. Seu pai não mediu esforços para localizar a esposa, mas as buscas sempre foram em vão. Dada como desaparecida, Reishin nunca desistiu de encontrá-la, mantendo sempre seus melhores detetives em busca de novas informações e de seu paradeiro. Reishin e Akane criaram uma mágoa quanto aos humanos, e um grande sentimento de dualidade cresceu, devido ao que Reishin sempre pregara. Akane, porém, foi aquela que guardou mais mágoa e rancor pelo ocorrido. A vampira sentia muita falta de sua mãe e, apesar de saber que nem todos os humanos são ruins, um sentimento rancoroso cresceu dentro de seu coração. Durante muito tempo Akane teve pesadelos com a fazenda em chamas e com o desaparecimento da sua mãe, apenas para despertar e ver-se acalentada pela escuridão que a circundava.
Agora sem lar, pai e filha voltaram para a Europa, mais precisamente para a terra natal de sua família na Transilvânia. Durante seis anos, Akane e Reishin viveram nas terras frias e dentro das paredes e caixões do castelo de pedra de seus ancestrais na cidade de Bran. Ao longo dos anos na Transilvânia, Akane estudou, cresceu e transformou-se numa bela e inteligente vampira, ao qual seu pai se orgulhava muito. Ela encantou-se pelos cômodos escuros do castelo, pelas paredes de pedras frias e pelas fracas tochas nas paredes, pequenas fontes de luz sufocadas pelo escuro. Foi através desse sentimento que Akane começou a perceber que em determinada região do castelo cada vez mais a escuridão ficava mais densa e era como se algo a chamasse até lá. Reishin percebia o que estava acontecendo, pois ele mesmo já havia sentido aquilo antes e agora era a vez de sua filha sentir o chamado de sua linhagem. Akane encontrou uma passagem oculta nas paredes do castelo, desceu por uma escadaria escura e silenciosa, onde apenas  ouviasse o som dos seus passos e de sua respiração. Por muito tempo ela desceu, até chegar a uma profunda câmara onde a luz não existia, mas tudo ali ela enxergava. O local lhe acolhia, era como se fosse o coração da noite como um odor adocicado de sangue. Logo ela avistou um grosso livro negro, velho,  com entalhes vermelhos em sua capa e ali mesmo o abriu. Descendo seus olhos vermelhos sobre as páginas velhas ela pode ver do que se tratava, era um livro de magias. A vampira reconhecia aquela letra, era de sua família, então logo tomou o livro nos braços e o levou com ela, ele era pesado, mas carregá-lo era como se algo a libertasse. Logo após retornar da escadaria carregando o livro, ela deparou-se com a grande figura de seu pai, e ele logo explicou que aquele era um dos livros de magia das trevas de sua família e que, se ela o tinha encontrado, era porque ela estava destinada a encontrá-lo e aprender seus segredos, assim como havia acontecido com ele há muito tempo no passado.
Reishin orientou Akane nas primeiras lições do livro, até ela finalmente conseguir dominar a mágica da escuridão, aprendendo Nox. Reishin ensinou Akane que a escuridão e as trevas não fazem parte do mal, mas são um caminho para ele, assim como são um caminho para outras escolhas, mas mais difíceis de enxergar por aqueles seduzidos por poder e, por essa razão, Reishin a ensinaria sua filosofia e a enxergar todos os caminhos das trevas. Para Akane era como se fosse um toque materno que a envolvia, uma energia que até mesmo a fazia respirar mais, soltando algo que havia dentro dela, como alguém prestes a se afogar que chega à superfície. Reishin sempre a ensinou que a escuridão e as trevas faziam parte de suas naturezas e era algo que eles deviam aceitar, mas que isso não os definiam no caminho do mal, mas sim seus valores, pensamentos, emoções e suas escolhas. Seria dessa forma e através das trevas que cada um encontraria e escolheria os seus caminhos. Na Transilvânia, aprendendo magia com seu pai, Akane foi vivendo seus anos, mas não apenas reclusa no castelo. Tornou-se sociável, educada, e era comum sair até mesmo durante o dia com amigos que tinha na cidade. Ela e seu pai eram felizes ali. Entretanto Akane, em momentos tomados por seu rancor, ia escondida até vilas humanas, onde atacava pessoas que andavam sozinhas pelas ruas à noite. Apesar desse tipo de atitude, Akane nunca matou nenhum de seus alvos, sempre os deixando desacordados. Após despertarem, suas pálidas vítimas apenas conseguiam descrever que tudo de repente havia ficado escuro, sem saber o que realmente lhes havia acontecido. Reishin, escondido na escuridão observava a filha em suas saídas noturnas, sem intervir. Percebeu que sua filha havia aprendido a usar as trevas para diversos caminhos, para o bem, para o mal, e que era capaz de controlar o que desejava. Seu treinamento mágico e psicológico havia surtido efeito. O vampiro sofria pela perda de sua esposa, mas conseguiu conter sua mágoa apegando-se nos cuidados com a filha e agora ele temia que esse triste rancor que crescia no coração da jovem a conduzisse para caminhos tortuosos e de sofrimento. Após o fim da Guerra Civil e prisão do abominável Taka Hiromitsu, Reishin soube sobre o caso da cidade de Kazugaoka e interessou-se pelo local. Como num sinal do destino, um de seus antigos sócios entrou em contato e o convidou para um novo investimento no Japão. Assim, Reishin decidiu que era hora de retornarem. Akane sempre gostou do Japão e não foi contra, de uma certa forma, sentia que lá ela estaria mais próxima das memórias de sua mãe. Logo em alguns meses pai e filha mudaram-se para Kazugaoka. Em pouco tempo, Reishin iniciou uma Clínica de Hemodiálise e Hemotransfusão, percebendo que ainda teria muito trabalho e não teria muito tempo para sua filha, percebeu que era hora de matriculá-la em um colégio interno. O vampiro, durante todos esses anos, manteve as buscas ativas para encontrar sua esposa e em segredo também pretendia aproveitar sua ida ao Japão para intensificar e pessoalmente fazer suas investigações. Foi assim que Akane foi para Kazugaoka, seu pai em seu íntimo acreditava que pelo poder histórico e da educação dos colégios da cidade, não apenas sua filha seria bem educada, mas que aquele sentimento ruim que crescia no coração da vampira pudesse ser arrancado de uma vez por todas.
 
*Akane estava recostada com seu cotovelo apoiado na janela do carro onde ela e seu pai estavam, ela olhava para o horizonte vendo a cidade de Kazugaoka ao longe, com seus dois grandes colégios. Fora uma longa viagem, mas finalmente eles estavam chegando.  No fundo ela sabia que seu pai a observava na Transilvânia, ela nunca foi tola a ponto de não saber, e assim ela também entendia os motivos dele em matriculá-la justo naquela cidade. Resolveu recostar-se no banco e quebrar o silêncio que já durava alguns 20 minutos.*.
 
- São realmente impressionantes... – Ela disse, sem olhar diretamente para seu pai.
 
- Eu olho para esse lugar e vejo uma herança do pós-guerra, para nunca nos esquecermos e criarmos um futuro melhor... – Disse Reishin sem tirar os olhos da estrada, esboçando um sorriso no rosto. Ele realmente carregava uma esperança como essa em seu coração.
 
- Ficaremos bem? Desde que mamãe desapareceu nunca nos separamos... Fico preocupada com você – Disse Akane e, no fundo, ela sabia que sentiria falta de seu pai.
- Mas é claro que sim! Minha filha, nós não nascemos grudados, temos vidas separadas e mesmo assim ainda temos centenas de anos para passarmos juntos... É assim que as coisas são. – No fundo Reishin sentia-se triste por separar-se de sua filha, mas sabia que era a coisa certa a se fazer. – Eu tenho negócios muito importantes a tratar aqui no Japão, não ficarei sempre em Kazugaoka, mas iremos continuar nos vendo... E é claro que iremos continuar nos falando! Fique com seu celular ligado, hein!
 
- Hahaha! Está certo pai... O senhor está certo! – Akane riu, sabia que ela vivia esquecendo o celular desligado. – Só vê se não me liga de 5 em 5 minutos como aconteceu em Turda no inverno passado.
 
- Eu não teria ligado tanto se você tivesse atendido na primeira vez, Dentucinha! Hahahaha!
*Os dois caíram na gargalhada. Era uma nova fase para eles, muitas mudanças. Akane estava ansiosa por retornar ao Japão, nervosa pela escola nova, mas ao mesmo tempo esperançosa e cheia de novas expectativas. Finalmente o carro parou, era chegado a hora, Akane deu um beijo em seu pai, pegou sua mala vermelha de rodinhas e desceu do carro. Como um clarão, ela virou-se para o carro, após ter fechado a porta, e deu duas batidinhas no vidro da porta do carona. Seu pai abriu o vidro e debruçou-se na direção dela.*
- O que foi, filha? – Perguntou ele.
- Você não me disse em qual dos colégios daqui me matriculou! – Disse ela querendo esclarecimentos.
*Reishin abriu um largo sorriso.*
- Você sabe muito bem em qual! Até logo, meu amor! Irei te ligar! – Ele disse enquanto soltava o freio de mão e subia o vidro.
- Até logo, pai... – Ela disse, despedindo-se dele com um doce olhar enquanto a janela se fechava.
*O carro acelerou e foi embora. Akane o avistou até desaparecer pelas ruas da cidade. Por fim, tomou um fôlego, pegou sua mala, virou-se em direção à cidade e começou sua jornada em Kazugaoka.*
INFORMAÇÕES EXTRAS
Afiliação: Yukiyama
Residência: Quarto 320 dos dormitórios de Yukiyama
Alcunha:


Última edição por Kawano Akane em 8/10/2018, 20:12, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Kawano Akane   4/10/2018, 20:38

Ficha aceita e pronta para postagem.
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